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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

The Other Kaulitz Boy - 1º capitulo

E... aqui tem a nova fic, obrigada aos comentários, foram fantasticas eheh

Esperemos que gostem da fic tanto como nós hihi
As personagens estão ali ao lado
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Beijinho*

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The other Kaulitz Boy
[Arissa]
Arwen – Montai o cavalo, Arissa! – Gritou cortando a cabeça a um bárbaro – Arissa! – Falou autoritária. – Não me faças ir salvar-te! – Atiçou o cavalo e cavalgou enquanto derrubava o povo medíocre.
Virei a cara, dei uma leve palmada no cavalo e deixei que ele cavalgasse pela inúmera vegetação manchada por sangue. Voltei costas e deparei-me com um bárbaro que erguia uma espada na minha direcção, antes que me pudesse acertar, matei-o, soltando um grunhido.
Gustav – Salvai a Arissa, Arwen! – Gritou.
Eu – Não! – Contrariei continuando a participar na batalha – Estamos juntos desde o inicio. – Esquartejei um homem – Estamos juntos até ao fim. – Senti as lágrimas escorrerem-me pela face.
- Apanhei a gémea maldita! – Agarraram-me.
Arwen – Eu disse para subires para o raio do cavalo! – Gritou lançando a espada na minha direcção. – Gustav! – Gritou.
Gustav – Vão embora! – Olhei na sua direcção e vi a sua figura inclinada sobre o chão.
Eu – Ele tem uma espada trespassada pelo peito, Arwen! – Corri na sua direcção. Arwen saiu do cavalo e imitou o gesto em desespero. Chegámos até ele, agarrei o seu rosto e tentei manter os seus olhos abertos. – Gustav! – Abanei a sua cara. – Gustav! Depressa, Arwen segura a mão dele. – Ela assentiu – Gustav, vai doer um pouco. – Tirei-lhe a espada ouvindo-o gritar de dor. – Já está. – Apertei um lenço contra o seu peito.
Arwen – O que fazemos agora? – Olhou-me a pânico.
Gustav – O pai se sonha que vocês estão aqui… - Contorceu-se no meu colo – Castiga-vos.
Eu – Ele já nos castiga o suficiente prendendo-nos dentro daquele castelo. Arwen. – Ela olhou-me lacrimejante – Protege-nos. – Pedi. Ela assentiu, levantou-se e caminhou à nossa volta enquanto tentava combater ao lado do nosso povo. – Gustav. – Senti novas lágrimas rolarem pelo meu rosto. – Oh, Gustav. – Acariciei as suas faces que tendiam a empalidecer – Olha para mim. – Ele agarrou a minha mão com força. – Não nos deixes agora, a Alemanha precisa de ti. – Solucei.
Gustav – Sê forte, Arissa. – Acarinhou as maçãs do meu rosto deixando-as ensanguentadas – O nosso povo precisa de ti e de Arwen, fortes e vivas.
Eu – Nós vamos tirar-te daqui. – Ele cerrou os olhos. – Não durmas, Gus. – Apertei-o com força – Continua a falar comigo!
Gustav – Estou cansado.
Eu – Não! – Abanei-o – Não podes desistir agora! – Gritei em desespero – Gustav Lothringer! – Aclamei o seu nome num tom demasiado agudo. – Gus… - Ouvi os gritos de Arwen perante os nossos soldados. – Gus… - Sussurrei.
Arwen – Arissa! – Veio na minha direcção – O Gust—
Calou-se ao observar melhor a figura em que eu me encontrava, segurando Gustav fortemente. O nosso falecido irmão.
Eu – Vamos embora. – Levantei-me delicadamente – Mataram o nosso irmão, Arwen. – Limpei as lágrimas a ódio. – Não vão sair impune. – Ela olhava-me apática. – Vamos ficar vivas, por Gustav II Lothringer. – Beijei a testa de Gustav. Ela imitou o meu gesto. Agarrei a sua mão com força, tirei a espada que estava junto do cadáver e comecei por correr enquanto assassinava o inimigo. – Agarra-te a mim. – Pedi subindo para o cavalo, ela agarrou a minha cintura e encostou a cabeça às minhas costas soluçando frequentemente. Aticei o animal e fomos a caminho do castelo.
Os guardas assim que nos viram abriram os portões, fomos até à cavalariça, saímos do cavalo e corremos para dentro do castelo.
- Altezas! – O assessor juntou-se a nós, o rei vosso pai precisa de falar convosco.
Arwen – Mataram o Gustav. Avisa-o, faz uma homenagem ao nosso irmão. – Atirou a armadura para junto do homem – Faz alguma coisa de útil! – Gritou.
Eu – Temos de ter calma, Arwen. – Pedi tirando também a minha armadura.
Arwen – Somos só nós duas. – Chorou compulsivamente abraçando-me de seguida – Primeiro foi o Georg e agora o Gustav? – Caiu de joelhos à minha frente. – Quem mais será? Eu? Tu? Eu não vou suportar se te perder, Arissa. – Agarrou as minhas pernas.
Eu – Não me vais perder. – Agachei-me. – Chama aias. – Pedi olhando para Robert, o assessor. Ele assentiu e esgueirou-se para outra divisão. – Olha para mim. – Agarrei o seu rosto. – Temos de ser fortes, agora somos apenas eu e tu. – Beijei-lhe a testa. – Estamos sozinhas.
Arwen- Para quê? Uma guerra tão estúpida. - abracei-a.- Custou-nos os nossos irmãos. Porque não foi ele para o campo de batalha?
Eu- O trono é bem mais confortável. - as aias levantam-nos.
- Altezas, ide tomar um banho e preparar-vos para el-rei. - assenti com a cabeça, levantei Arwen. Entramos numa porta dentro de uma parede que dava directamente para o nosso quarto.
Não pronunciamos mais palavra alguma. As aias despiram-nos deixando a túnica, amarraram-nos o cabelo e nós mergulhamos os nossos corpos cansados na bacia de água quente. Elas fizeram o que lhes competia, lavaram-nos o corpo, tiraram as manchas de sangue que existiam, mas que permaneciam nas nossas almas. Levantamo-nos elas secaram-nos tiraram a túnica molhada substituindo-a por uma seca, vestir o vestido foi o passo que seguiu, pentearam-nos o cabelo deixando o de Arwen solto como ela gostava e o meu amarrado por uma longa trança. Fomos encaminhadas até nosso pai e nosso rei.
Karl- Podem retirar-se. - a sua voz grave ecoou pelo salão. Os guardas saíram. - O que vos disse eu, o que vos ordenei?- gritou.
Arwen- O Gustav está morto meu pai.- disse em voz baixa.
Eu- Não íamos deixar o nosso irmão sozinho.- corrigi a voz e encarei-o de forma fria.
Katherine- O vosso irmão está morto por vossa culpa!- falou ao entrar no salão.
Arwen- Como podeis dizer isso?
Katherine- Ele estava mais preocupado com a vossa segurança, estava desconcentrado.
Arwen- Esta não foi a primeira vez, desde que esta guerra começou nós acompanhamos os nossos irmãos. E se vós honrasses os nossos antepassados terias a coragem de acompanhar os vossos filhos.- Karl vira-se e caminha em direcção a Arwen levanta o braço e eu coloco-me à frente da minha irmã.
Karl- Saíde da frente Arissa, a vossa irmã tem que aprender a deixar de ser insolente.
Eu- Eu coloco-me à frente de uma espada pelos meus irmãos, acha que tenho medo da sua mão?- quem acabou por levar o estalo fui eu. Levei a mão à cara para controlar a dor, lágrimas escorriam das minhas órbitas. - O pai nunca me bateu.- constatei incrédula.
Karl- Talvez devesse ter batido mais vezes.
Katherine- Eu sempre lhe disse que protegia demais as suas filhas, veja onde isso o levou. Dois varões mortos em campo de batalha.
Eu- A honrar o seu reino.- cuspi de novo estas palavras.
Katherine- E duas filhas que não respeitam mãe e pai.- sai do salão sempre com a cara levantada.
Arwen- Como é possível, sim como é possível? - olhei-a.- Gustav acabou de morrer e nem uma lágrima derrama. O seu filho está morto! - gritou.
Karl- Morreu de cabeça erguida.
Arwen- Você nunca irá ter uma morte tão digna como a dos nossos irmãos.- chorou.
Karl- Calai-vos.
Eu- Quando será a homenagem?
Karl- Quando o corpo dele chegar, não sei como está.- virou a cara e vi-o a limpar uma lágrima.
Eu- Ele morreu nos meus braços.- recordava aqueles momentos- Não tinha um arranhão na cara, morreu com o mesmo sorriso que tinha quando nos encobria.
Karl- Agora és tu.
Eu- Não.- não iria suportar aquela ideia.
publicado por Ritiik às 19:05
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11 comentários:
De TaTaK a 24 de Junho de 2009
Está a ficar bué gira, mais *-*
Beijinhos.

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